sábado, 23 de janeiro de 2016

Alma - calma







Com alma e calma, uma coisa de cada vez. Temos muito que aprender. 
Aprender que não precisa ter pressa. Que, quer queira, quer não a água flui sob a ponte... O dia passa... A vida, aqui, passa. O tempo é relativo. E muito rápido. Então vai com alma e calma. ����
Do livro O MENINO QUE ANSEIA PELO CÉU. Flavio Siqueira

Bom dia e Perdoe-se




Bom dia! Que seja lindo e com o suficiente para nossa 

felicidade. Este é nosso presente,

está contido nele somente desejos de Paz, Harmonia e 

Amor. 
������


Créditos da imagem: Terezinha, minha irmã.






Perdoar é necessário. Se perdoar é preciso. 


E  mais 


difícil.

Quando se perdoa, você se liberta.


 E 


 Liberdade é Felicidade!


 ��Perdoar é necessário. Se perdoar também. E é o mais difícil. Quando perdoa você se liberta. E a Liberdade leva a Felicidade!Perdoar é necessário. Se perdoar também. E é o mais difícil. Quando perdoa você se liberta. E a Liberdade leva a Felicidade!

quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Dia após dia, fale,seja amor. Aproveite e faça o que gosta.


Fale de amor- Jorge Camargo

No espelho dágua de seus olhos
Abra os portais de seu abraço
Se for possível, use palavras

Proclame a vida
Em seu singelo esplendor
Cantando ao vento
A música do seu amor

Fale de amor
Trocando os sons pelo silêncio
Tornando voz em gesto e atos
Se for preciso, use palavras

O sol, a lua e as estrelas,
Mulheres, homens e animais
Irmanados na riqueza
Suprema que é viver em paz

Proclamem a vida
Em seu singelo esplendor
Cantando ao vento
A música do seu amor


www.letras.mus.br/jorge-camargo/1465996/


Tecer e tecer. Eis o que além de outras coisas gosto muito.






Essas duas peças foram tecidas por minha mamãe, Dona Ilda (85 anos)
E para me animar estou aceitando encomendas. Preço a combinar.
Vamos tecer.
Fiquem bem!
Até a próxima. Beijos.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Felcidade




Felicidade
Marcelo Jeneci

Haverá um dia em que você não haverá de ser feliz
Sentirá o ar sem se mexer
Sem desejar como antes sempre quis
Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar

Lembrará os dias
que você deixou passar sem ver a luz
Se chorar, chorar é vão
porque os dias vão pra nunca mais

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e depois dançar
Na chuva quando a chuva vem

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e dançar
Dançar na chuva quando a chuva vem

Tem vez que as coisas pesam mais
Do que a gente acha que pode aguentar
Nessa hora fique firme
Pois tudo isso logo vai passar

Você vai rir, sem perceber
Felicidade é só questão de ser
Quando chover, deixar molhar
Pra receber o sol quando voltar

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e depois dançar
Na chuva quando a chuva vem

Melhor viver, meu bem
Pois há um lugar em que o sol brilha pra você
Chorar, sorrir também e dançar
Dançar na chuva quando a chuva vem

Dançar na chuva quando a chuva vem
Dançar na chuva quando a chuva
Dançar na chuva quando a chuva vem.



Deus - Paulo Coelho








“Deus costuma usar a solidão Para nos ensinar sobre a

 convivência. Às vezes, usa a raiva para que possamos 

compreender o infinito valor da paz. Outras vezes usa o 

tédio, quando quer nos mostrar a importância da aventura e 

do abandono. Deus costuma usar o silêncio para 

nos ensinar 

sobre a responsabilidade do que dizemos. Às vezes usa o 

cansaço, para que possamos compreender o valor do

despertar. Outras vezes usa a doença, quando quer nos 

mostrar a importância da saúde. Deus costuma usar o fogo,

 para nos ensinar a andar sobre a água. Às vezes, usa a 

terra, para que possamos compreender o valor do ar. Outras

 vezes usa a morte, quando quer nos mostrar a importância 

da vida.”


Paulo Coelho

Nossa Lua

Hoje vou deixar registrado aqui um texto, ou melhor, uma poesia de Lenir Mota, mãe de Flavio Siqueira. Emocionante simplesmente, emocionante!



Pedaço da lua


Hoje o texto não é meu. É uma poesia da minha mãe, Lenir Mota:
Todos os dias, assisto, da varanda, sempre atento,
ela passando…sozinha…seguindo com passos lentos,
olhos vividos, perdidos, carregando suas crenças,
corpo cedendo, tombado ao peso de seu cansaço.
Passa trôpega…e os pés, que pouco a pouco se movem,
arrastados, me comovem…
com a lentidão de seus passos.
Quantas vezes já passou por esses mesmos caminhos!
Quantos passos caminhou, pra chegar devagarinho,
virando na mesma esquina…
Mas chega cedo demais !!
e ali, cansada, espera, encostada nas paredes,
que se abra o portão verde, pra entrar em seu refúgio.
Caminha mais e espia…a porta, ainda fechada !
Para, senta,e,conformada, aguarda a hora de entrar.
Vem de longe, vem andando…
sob chuva, sol ou vento,
vem a procura de alento em sua fé costumeira.
Oito décadas e tanto…
denuncia, sem piedade, seu ralo cabelo branco…
Mas ela passa, vaidosa, retocando-se no espelho
apoiado em sua bolsa, em cima de seu joelho.
E eu fico olhando, com espanto, a força, a garra, a coragem,
de fazer essa viagem parecer tão prazerosa…
Quanto tempo inda lhe resta?
Não sei…mas sinto que a vida
lhe abastece de sonhos, que ativam a esperança
dessa mulher corajosa, que na fé encontra forças
pra esse caminhar diário…
E quando as portas se abrem…
ela entra… resoluta… e abrindo então seu hinário,
senta…descansa…e…canta…!!
No final, revigorada, retorna pra sua luta.
E na varanda, espero, a volta com hora certa
dessa mulher cabisbaixa, que olhares sempre desperta,
quando passa em minha rua.
Quando chega, ainda de dia, com o sol brilhando em seu rosto,
vejo clara a imagem sua…
Quando volta, me enternece…esse rosto renovado,
cintilando toda a rua
e aos meus olhos parece, que seu cabelo de prata
é um pedaço da lua…
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http://flaviosiqueira.com/2015/08/21/pedaco-da-lua/#comment-15942

sábado, 16 de janeiro de 2016