segunda-feira, 21 de dezembro de 2015

Só sei que nada sei.



Mais um dia surge e muito para fazer... um tanto sem planos, desânimo... sei lá... sensação de que algo está para acontecer... não sei bem o que é... um vazio e ao mesmo tempo um turbilhão de pensamentos... Segunda-feira de uma semana diferente... como todas... Imagens da noite mal dormida vem e vão... parecem reais e ao mesmo tempo distantes...  sonhos talvez? Só sei que nada sei.

Mas, uma pequena mensagem via Messenger, fez uma grande diferença. Um "Muito obrigado Ana! :-) " de Flavio Siqueira bastou para eu voltar dos devaneios para o real. E sentir que não estamos sós. Amigo! Eu que agradeço por ter a oportunidade de estar aqui e agora. Sou total gratidão. Bom dia! Fique bem!!!

Ah!!!
Ontem deixei computador na página que se segue...
Será que é coincidência?!?!? Hahaahah
Então vou publicar aqui também. 

A incrível dimensão do não saber


Tem tantas coisas que não sei. Na verdade basta um momento em silêncio, um tempo em contemplação, um instante de desobstrução interior para que não reste dúvidas: tudo o que chamamos de conhecimento, seja em que área for, não representa sequer um fragmento diante do que há para saber.
Conhecemos algumas regras da natureza, entendemos um pouco de tecnologia, estudamos nossos filósofos, nossas teorias políticas, o corpo humano, teologias, avançamos em muitos aspectos, mas nada disso, nenhum conhecimento intelectual nos satisfaz diante da constatação de que não sabemos quase nada.
Tem coisas que não sei e nem tento saber por uma razão: em certos casos a tentativa é um risco de encaixar algo bem maior em qualquer coisa muito menor.
É tentar capturar o inefável e adaptá-lo ao intelecto, ao vocabulário a racionalidade que tem seus próprios limites. Há muitas outras formas de perceber a vida além de nossa capacidade cognitiva.
Não tento cavar uma explicação assim como procuro não projetar nenhuma expectativa que esteja além daquele momento, daquele tempo, daquela experiência e do significado que posso projetar aqui e agora.
Acho que é uma forma de permitir que nossa consciência se expanda e siga na direção que quiser, nos mostrando o que precisamos ver, ajudando a despertar um ser livre de condicionamentos, mas completamente aberto a todas as possibilidades anexadas a incrível dimensão do não saber.


http://flaviosiqueira.com/2015/08/15/a-incrivel-dimensao-do-nao-saber-3/

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